O que importa é saber o quanto estamos presos a uma rede invisível de sentidos que já vêm meio prontos. Uma teia de relações que já chegam feitas. Uma onda transparente de significados que carrega os ditos e os não-ditos. Sem ter como escapar. Os dizeres estão sempre presos a outros, mesmo que não se saiba se alguém já disse aquilo antes. E principalmente por isso.”Em relação ao trecho acima, podemos fazer as seguintes afirmativas, EXCETO:Escolha uma:a. Ao dizer que “os dizeres estão sempre presos a outros”, o texto remete ao fenômeno da intertextualidade.b. A crescente onda de significados aponta para o declínio do conhecimento.c. Os saberes transitam por redes complexas em que os discursos ploriferam exigindo receptores cada vez mais críticos e letrados.d. A rede de que o texto fala é infinita e é tecida todos os dias por vários interlocutores.

Convidado:

b. A crescente onda de significados aponta para o declínio do conhecimento. Em nenhum momento o fragmento aponta para o declínio do conhecimento, ele apenas afirma que a comunicação é uma espécie de reciclagem de discursos já ditos, mas sem inferir que essa reciclagem não seja capaz de produzir conhecimento.

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